Determinação da profundidade da carbonatação de um betão (Betões)

A carbonatação do betão é processo em que o dióxido de carbono reage com o hidróxido de cálcio que se forma durante a hidratação dos cimentos, originando carbonato de cálcio. Esta reacção dá-se nos poros do betão endurecido, nos quais o dióxido de carbono penetra por difusão ou dissolvido na água (proveniente da chuva, por exemplo). Inicialmente, é um fenómeno rápido mas que se torna gradualmente lento, à medida que a profundidade de carbonatação aumenta.

O hidróxido de cálcio, parcialmente solúvel em água, é fortemente alcalino e o pH da água contida nos poros do betão é suficientemente elevado para que se formem à volta das armaduras de aço, óxidos básicos que protegem o ferro contra a corrosão.

A transformação da cal em carbonato de cálcio (carbonatação) é acompanhada por uma descida brusca do pH, o qual já não é suficiente para proteger o ferro e este iniciará um processo de corrosão (na presença de ar e água).

A carbonatação não é relevante para betão simples, mas no betão armado, quando a profundidade de carbonatação atinge a zona das armaduras, o ferro fica em risco imediato de corrosão.

O ensaio consiste em obter uma amostra de betão e analisar a mesma com uma solução alcoólica de fenolftaleína para aferir o pH (ver figura). As zonas rosadas não estão carbonatadas (ferro protegido), enquanto as zonas não coradas encontram-se carbonatadas.

Análise granulométrica por peneiração húmida

Sendo um solo um sistema formado por partículas de diversos tamanhos, o seu comportamento está ligado, entre outras características, ao tamanho das partículas que o compõe, ao qual se associa diferentes designações: (...)

Analise granulométrica (peneiração + sedimentação)

Sendo um solo um sistema formado por partículas de diversos tamanhos, o seu comportamento está ligado, entre outras características, ao tamanho das partículas que o compõe, ao qual se associa diferentes designações: (...)

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